“Eu penso que poderia volver e viver com animais, tão
plácidos e autocontidos,
Eu paro e me ponho a observá-los longamente.
Eles não se exaurem e gemem sobre a sua condição,
Eles não se deitam despertos no escuro e choram pelos
seus pecados,
Eles não me deixam nauseado discutindo o seu dever
perante Deus,
Nenhum deles é insatisfeito, nenhum enlouquecido pela
mania de possuir coisas,
Nenhum se ajoelha para o outro, nem para os que viveram
há milhares de anos,
Nenhum deles é respeitável ou infeliz em todo o mundo.”